«Recuar», «ceder», «adiar» e «experimentar» são apenas palavras de uma semântica de agitação e aproveitamentos político-sindicais e político-partidários.
Prefiro as palavras «adequar» aos diversificados contextos de cada escola e «desburocratizar» os processos. Em resumo, é isto que o entendimento entre o Conselho de Escolas e o Ministério da Educação permite. É altura de o bom senso começar a fazer caminho.
Sei que alguns, apesar de reconhecerem a importância da autonomia das escolas, na prática, quando chega a altura de a pôr em prática, têm sempre muitos argumentos para dificultar esse caminho que as escolas reconhecem como urgente e necessário.
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