Dia 8 de Março – Dia Internacional da Mulher

Rosa amarela porque é a cor de “rosa”

que Celina, minha esposa, mais gosta!

Rosa amarela

 

Beijo-te minha rosa.
Pétalas de ti abrem-se todos os dias ao mundo:
O teu/nosso Deus…
O teu/nosso amor…
O teu/nosso filho…
Os teus/nossos amigos….
São estas pétalas
que se abrem e se doam
na cor e no perfume de AMOR.
COM UM BEIJO GRANDE
FELIZ DIA DA MULHER,
MINHA ESPOSA…

 

“Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como “Dia Internacional da Mulher”. De então para cá o movimento a favor da emancipação da mulher tem tomado forma, tanto em Portugal como no resto do mundo.

 

Além da minha mãe e da minha esposa, deixo aqui, entre muitas, mais duas mulheres que fizeram/fazem a DIFERENÇA:

MARIA MÃE

MAria
Ficou conhecida somente pelo nome próprio: Maria, simplesmente. Sem mais apelidos sonantes que a liguem a linhagens de sangue famoso.
Para a distinguir de outras Marias, anónimas como ela, deram-lhe por alcunha o nome da aldeia onde viveu e talvez morreu: Nazaré, um lugarejo perdido nas colinas da Galileia, de onde não podia vir nada de bom.
Mas Maria, a mulher humilde, continua a ser celebrada depois de dois milénios, porque quis ser simplesmente serva do Senhor para que a Palavra de Deus se cumprisse nela. Por isso, concebeu e deu à luz um filho, a quem pôs o nome de Jesus.
Maria de Nazaré foi mulher como tantos milhões e milhões de outras mulheres: mães humildes, geradoras de vida, luminares de carinho anónimos na história, que tende a contar só os feitos de grandes homens.
Marias e mães, essas, continuam a viver no silêncio, condenadas por leis feitas em nome de Deus por homens que querem prolongar o domínio patriarcal, sofridas, corações rasos de lágrimas, olhos de sal, de pé junto aos filhos crucificados pelas injustiças, interesses económicos, guerras, drogas, doenças, fome…
As Marias-mães morrem de pé como as árvores e chamam-lhes sexo fraco! Elas são a força da humanidade, a fonte inesgotável da vida, o coração do mundo, santuários de paz, templos de amor, lugares de repouso. Simplesmente Marias, simplesmente mães.

 

MADRE TERESA DE CALCUTÁ (26.08.1910 – 05.09.1997)

Madre Teresa
“Pessoalmente nada valho. Eu aceito este prémio em nome dos pobres”
Esta mulher, pequena de estatura, mas grande e incansável no amor ao próximo, foi Nobel da Paz em 1979.
Teresa, muito jovem ainda, em 1929, chega à Índia, a Bengala, como Irmã de Nossa Senhora do Loreto.
Em 1950, depois de muitos anos nas ruas de Calcutá, funda a Congregação das Missionárias da Caridade. Desde então, a sua obra estendeu-se a todo o mundo. Abriu 563 casas em 126 países (incluindo Portugal). São casas que acolhem moribundos, crianças abandonadas, leprosos, doentes com sida. São comunidades de oração e de caridade que aliviam, com a entrega carinhosa das irmãs e dos voluntários, qualquer miséria humana.
O Nobel da Paz de 1979 foi recebido por Teresa de Calcutá «em nome dos famintos, dos pobres e dos que se sentem abandonados».

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