EDUCAÇÃO DAS CRIANÇAS DOS 0-12 Anos

Dois Pareceres sobre A Educação das Crianças dos 0-12 anos e As alterações introduzidas no Ensino Superior aprovados na 97ª Sessão Plenária do Conselho Nacional de Educação.

O Conselho Nacional de Educação (CNE), reunido em Sessão Plenária, no dia 21 de Outubro, debateu e aprovou dois Pareceres.

O primeiro, sobre a A Educação das Crianças dos 0-12 anos, de que foi relatora a conselheira Ana Maria Dias Bettencourt, culmina a reflexão produzida no CNE, ao longo de diferentes etapas, em torno da actual estrutura e organização da educação de infância e do ensino básico, no quadro da actual Lei de Bases do Sistema Educativo (LBSE).

Uma conferência internacional e um workshop, com peritos nacionais, constituíram o ponto de partida para um estudo, elaborado por uma equipa de especialistas de várias áreas das Ciências da Educação e coordenado pela Professora Isabel Alarcão. Outras iniciativas foram promovidas, designadamente dois seminários centrados na diversidade dos contextos escolares e na organização do trabalho no 1º ciclo do ensino básico, visando aprofundar o conhecimento da realidade portuguesa, de inovações em curso e da situação existente noutros países europeus.

O Parecer do CNE apresenta as questões emergentes da análise da problemática e formula um conjunto de recomendações a ter em conta no processo de reconfiguração da educação das crianças dos 0 aos 12 anos, em Portugal, nomeadamente a necessidade de alargamento da oferta da educação dos 0 aos 3 anos e investimento na sua qualidade, a universalização do acesso à educação pré-escolar e o aprofundamento da autonomia das escolas.

O segundo Parecer sobre As alterações introduzidas no Ensino Superior, elaborado pelos conselheiros Alberto Amaral e Jacinto Jorge Carvalhal, surge na sequência da solicitação da Assembleia da República, através da Comissão Parlamentar de Educação e Ciência, dirigida ao CNE, para se pronunciar, acerca dos seguintes aspectos: processo de Bolonha, sistema de avaliação, regime jurídico das instituições de ensino superior, financiamento e rede.

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BANCO DE ITENS – Recursos Educativos

O projecto do Banco de itens, lançado em 2006 pelo Gabinete de Avaliação Educacional (GAVE), que arrancou com questões sobre Matemática, conta já com itens das disciplinas de Língua Portuguesa, no 1.º e 2.º ciclos, Biologia, Biologia e Geologia, Economia, Física, Física e Química, Geografia e Química, do ensino secundário.

Esta iniciativa visa proporcionar aos professores e aos alunos uma ferramenta de apoio ao ensino e à aprendizagem.

Os alunos têm a possibilidade de testar os seus conhecimentos, respondendo aos itens na página electrónica do GAVE.

Aos professores, por sua vez, é disponibilizado o acesso a uma área reservada, onde podem criar pastas personalizadas destinadas a trabalhos de casa ou fichas de avaliação, entre outras funcionalidades.

O professor pode ainda sugerir itens da sua autoria para posterior publicação no Banco de Itens. Todos os itens sugeridos serão analisados pelo GAVE, tendo os mesmos de cumprir as seguintes regras: ser da autoria do professor que o sugere; o autor tem de estar devidamente identificado; o conteúdo do item tem de estar de acordo com os programas em vigor; e o item deve estar devidamente caracterizado, indicando conteúdos e capacidades. O item, se aprovado, será publicado com menção ao autor respectivo.

Para mais informações, consultar a página do Banco de Itens>>

Ensino Básico: 1º Ciclo>>2º Ciclo>>3º Ciclo>>

Ensino Secundário>>

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A TURMA (“Entre les Murs”)

“A TURMA” (“Entre les Murs”), o filme de Laurent Cantet, galardoado com a Palma de Ouro no último Festival de Cannes, vai estrear em Portugal a 30 de Outubro.

“A TURMA” segue um ano de um professor e da sua turma numa escola num bairro problemático de Paris, microcosmos da multietnicidade da população francesa, espelho dos contrates multiculturais dos grandes centros urbanos de todo o mundo.

“A TURMA” é baseado num livro de François Bégaudeau que protagoniza o filme. Os actores não-profissionais que compõem a turma de alunos foram escolhidos entre alunos de um liceu francês.

Para mais informações consulte o blog a-turma.blogs.sapo.pt

ALGUMAS CRÍTICAS DA IMPRENSA:

O resultado é esta crónica de um ano lectivo numa sala de aula que é um microcosmo de milhares de outras em escolas “duras”, não apenas em França mas também em qualquer país da Europa onde os filhos dos imigrantes africanos, asiáticos e também europeus vieram engrossar as fileiras escolares dos naturais. Onde dar aulas requer a um professor já não apenas a normal preparação pedagógica, como ainda paciência de santo, muita capacidade de encaixe e uma autoridade feita de parte de firmeza, parte de diplomacia, e o dia-a-dia é gasto a dar matéria e a tentar explicar aos alunos as regras básicas do respeito, da boa educação, do convívio social e do comportamento em público especialmente numa sala de aula.

Laurent Cantet descreve o confronto diário intenso, exigente e ingrato entre um adulto e um grupo de adolescentes em que se transformou o ensino em muitas das escolas das sociedades contemporâneas, sem desabar ou no discurso catastrofista do apocalipse escolar, nem nas piedades ingénuas das pedagogias redentoras, sem crucificar ou endeusar os professores ou transformar os alunos em estereótipos ou carne para canhão do politicamente correcto. E sem esconder que ensinar pode por vezes parecer uma missão quase impossível, face a quem não quer, não consegue ou resiste, com insolência e hostilidade, a ser ensinado. DIÁRIO DE NOTÍCIAS

Um projecto de uma extrema coerência. A escola é o tema dos temas. É o lugar público por excelência, o primeiro que encontramos na vida. (…) Numa dialéctica permanente, ora alegre, ora trágica, Cantet desenha o retrato cruzado de um professor pela sua escola e da sua escola por um professor: o esboço concreto de um universo escolar que vai da amortização do custo da máquina de café até às estratégias para travar o insucesso escolar.
No fim do ano, a escola de Cantet aparece sobretudo como um lugar político. Um grande labirinto onde um poder se exerce das mais variadas formas: o voto, a assembleia, o comité. Não é tanto uma verdade sobre a instituição mas sim um contra-campo dirigido aos espectadores. E estará provavelmente aí o sucesso do filme: o desejo dos espectadores de participar nos jogos de poder que se desenham no ecrã, de participarem nas utopias efémeras que aí florescem. CAHIERS DU CINÉMA

Excepcional. Consegue ser sério, subtil, incisivo, perturbador e cómico. A sua recompensa é indiscutível. O seu impacto ultrapassa largamente as fronteiras francesas. LE MONDE

TERRITÓRIOS EDUCATIVOS DE INTERVENÇÃO PRIORITÁRIA

A definição de normas orientadoras para a constituição de territórios educativos de intervenção prioritária de segunda geração (TEIP 2) pretende contribuir para a criação de condições de promoção do sucesso escolar dos alunos integrados em comunidades educativas atingidas por problemas sociais e económicos.

Prioridades de desenvolvimento pedagógico:

A concepção e a organização do projecto educativo das escolas deve corresponder às seguintes prioridades de desenvolvimento pedagógico:

  • Criação de condições para a promoção do sucesso educativo e escolar das crianças e dos jovens, com vista a prevenir a retenção, o absentismo e o abandono escolar, através da diversificação das ofertas formativas, como o recurso a percursos curriculares alternativos, a planos de recuperação, a cursos de educação e formação e a cursos profissionais;
  • Flexibilização da gestão do currículo e dos programas disciplinares e não disciplinares, orientando a avaliação dos alunos segundo as competências definidas para o final de ciclo de escolaridade;
  • Fixação das áreas de intervenção que possam dar resposta às necessidades específicas das escolas, em áreas como: a ligação ao mundo do trabalho, a educação para a saúde, o desporto escolar, os apoios educativos especiais, a educação para o empreendedorismo, a dotação em recursos humanos e, ainda, a segurança e a prevenção da violência;
  • Articulação estreita com as famílias e a comunidade local.

Para mais informações, consultar o Despacho Normativo n.º 55/2008, D.R. n.º 206, Série II de 2008-10-23, do Ministério da Educação – Gabinete da Ministra que define as normas orientadoras para a constituição de territórios educativos de intervenção prioritária de segunda geração.

LIGA SAGRES – 6ª jornada

Data Hora
Trofense 0 | 0 Académica 24/Out Concluídover ao minuto
Belenenses 1 | 1 V.Guimarães 25/Out Concluídover ao minuto
Porto 2 | 3 Leixões 25/Out Concluídover ao minuto
Marítimo 1 | 1 Rio Ave 26/Out Concluídover ao minuto
Nacional 1 | 0 V.Setúbal 26/Out Concluídover ao minuto
Benfica 2 | 1 Naval 26/Out Concluídover ao minuto
P. Ferreira 0 | 0 Sporting 26/Out Concluídover ao minuto
Braga 5 | 0 E. Amadora 27/Out Concluídover ao minuto

Actualizado em 27/10/2008 (22:30)

Classificação

Jg

V

E

D

GM

GS

Dif.

Pontos

1

Nacional

6

4

1

1

10

5

+5

13

2

Leixões

6

4

1

1

10

7

+3

13

3

Benfica

6

3

3

0

11

7

+4

12

4

Porto

6

3

2

1

9

5

+4

11

5

Sporting

6

3

1

2

7

5

+2

10

6

E. Amadora

6

3

1

2

4

7

-3

10

7

V. Guimarães

6

2

3

1

6

5

+1

9

8

Braga

6

2

2

2

8

4

+4

8

9

Marítimo

6

2

2

2

5

3

+2

8

10

Naval

6

2

2

2

8

7

+1

8

11

Académica

6

2

2

2

3

5

-1

8

12

V. Setúbal

6

2

1

3

3

5

-2

7

13

Rio Ave

6

1

3

2

5

6

-1

6

14

Belenenses

6

0

3

3

4

9

-5

3

15

P. Ferreira

6

0

2

4

7

13

-6

2

16

Trofense

6

0

1

5

4

12

-8

1

Melhores marcadores

Para mais informações consultar o sítio da Liga Portuguesa de Futebol Profissional>>

Também poderá consultar o sítio Mais Futebol>>

Estatísticas da Liga>>

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A CRISE DÁ PARA PENSAR

//www.dailydigitalphoto.com)
Jodi Esplin, Street Noise, in Daily digital photo (http://www.dailydigitalphoto.com)

1.- VER: Crise financeira e crise social, porquê ?

Estão postos em causa a dignidade da pessoa humana, o sentido da verdade e o sentido da vida, do sofrimento e da morte, a distinção entre o bem e o mal, e a harmonia entre a liberdade e a responsabilidade. Porém são pilares fundamentais estruturantes da sociedade a liberdade, a justiça, a solidariedade e a paz. Quando se cultiva a competição e o individualismo selvagem, deixa de haver moral por mais leis que se façam.

2.- Há entidades bancárias a aliciar pessoas e famílias para esquemas de crédito que, entre outras coisas, propõem adiantamento de salário ou compras a crédito com pagamento no final do mês apenas de uma parte e o restante a pagar mais tarde  sujeito a juros. É facilitismo pelo que pessoas e famílias se habituam a viver acima das suas posses. Promove-se um consumismo desenfreado e tantas vezes inútil.

3.- Muitas empresas têm estado a fechar, lançando milhares de pessoas no desemprego, sem encontrar resposta no mercado de trabalho.

4.- Quando o dinheiro, o lucro é o deus supremo é ele que domina as intenções das pessoas. É a planificação a curto prazo para obter rendimentos e são gestores que pouco se importam com as consequências, favorecendo o compadrio, a cunha e a corrupção…

A miragem cega do lucro suscita formas ilícitas e anti-sociais de comércio como a droga, as armas, tráfico de pessoas, prostituição… e outras.

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5.- REFLECTIR: A vida económica é um espaço de iniciativa, de troca, de eficiência tendo em conta que as pessoas, as empresas e os povos encontram aí o melhor modo de prover às necessidades de bens e de serviços. Não pode estar sujeita à cobiça e à ganância desenfreadas, ao poder e ao domínio de alguns gerando desigualdades tão profundas.

6.- O capital financeiro tem de ter uma correlação com o trabalho. É o trabalho que produz riqueza, que acrescenta valor. A autonomia do capital financeiro ou seja o aumento da riqueza que não resulta do esforço e do trabalho é um artifício que deu nesta crise. Não esqueçamos o que nos ensina S. Paulo: Quem quiser comer deve trabalhar. A Igreja tem aí um grande desafio que é ajudar as pessoas a não perder a esperança e a encontrar disponibilidade para trabalhos dignos e honestos.

7.- O Bispo de Leiria-Fátima perante os peregrinos  falou da crise do sistema financeiro que é resultante de “uma crise de valores, de ausência de ética, transparência e justiça”. Acrescentou ainda que “esta crise do sistema financeiro não pode ser vista apenas como um mero mau funcionamento do mercado”.

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8.- AGIR: Todos nós somos chamados a repensar o nosso modo de vida marcado por um consumismo desenfreado e vida dominada pelos interesses imediatos, pelos negócios e divertimentos de cada um. Quando o homem rejeita Deus e o expulsa da sua consciência, da sua vida e até dos espaços públicos, fica cada vez mais só e vazio.

9.- A ganância cega tem outros efeitos funestos que são os preocupantes problemas ecológicos: o buraco na camada de ozono, a poluição dos rios e mares e da atmosfera, a desertificação e alterações climatéricas.

10.- A degradação é da nossa responsabilidade. A nossa forma de proceder na utilização das coisas resulta da educação cívica dos adultos, jovens  e crianças. É nas famílias, desde cedo, que as crianças devem ser educadas para a protecção ambiental e a economia dos recursos. O futuro do planeta depende de cada um de nós e da educação que transmitimos às novas gerações.

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É urgente actuar!

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DELEGAÇÃO DE COMPETÊNCIAS – Avaliação do Desempenho Docente

Face a alguns constrangimentos que começaram a surgir em algumas escolas e professores, a DGRHE publicou a seguinte Nota Informativa:

O processo de avaliação de desempenho de docentes prevê que os avaliadores possam, em circunstâncias devidamente definidas, delegar as suas competências de avaliação.

Com o duplo objectivo de agilizar os procedimentos inerentes a este acto e de evitar impactes nos orçamentos das escolas, o Ministério da Educação desenvolveu esforços no sentido de ultrapassar os constrangimentos decorrentes da obrigatoriedade de publicação das delegações em Diário da República (n.º 2 do artigo 37º do Código do Procedimento Administrativo).

Assim, foi incluída na lei do Orçamento para 2009, uma alteração ao Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro, que dispensa as escolas da referida obrigatoriedade; esta alteração produz efeitos desde a data em vigor do referido decreto regulamentar, e aplica-se a todos os actos praticados desde essa data.

Nesta conformidade, as delegações de competências previstas nos nºs 2 e 4 do artigo 12º do Decreto Regulamentar n.º 2/2008 deverão ser afixadas, pelas escolas, em local que possibilite a sua consulta pelos interessados.

Ainda no que respeita a esta matéria, surgiu a necessidade de clarificar os termos em que são feitas as referidas delegações, tendo sido aditada ao Despacho nº 7465/2008 uma determinação que estabelece não haver lugar a subdelegação de competências, no âmbito do processo de avaliação de desempenho de docentes.

PORTÁTIL MAGALHÃES – Como adquirir? (2)

Face à elevado número de comentários recebidos e aproveitando a informação fornecida pelo Coordenador TIC do meu Agrupamento, partilho aqui convosco toda a informação disponível até ao momento.

Informação para os Professores e Encarregados de Educação (também disponível em www.eescolinha.gov.pt)

Para aderir ao programa e.escolinha e obter o computador Magalhães, o encarregado de educação deve seguir os seguintes passos:

  1. Solicitar informação junto da escola e dos operadores de telecomunições aderentes, sobre as condições, respectivamente, de acesso ao programa e de acesso à Internet de banda larga.
  2. Preencher e assinar a ficha de inscrição e termo de responsabilidade facultados pela escola, optando por aderir ou não a um serviço de acesso à Internet.
  3. Efectuar o pagamento do computador Magalhães quando notificado pelo operador (e preencher o contrato de adesão a um serviço de Internet de banda larga, remetendo-o ao operador, no caso de ter optado por este serviço).
  4. Solicitar à escola informação sobre a situação da sua adesão, se assim o desejar.
  5. Aguardar pela entrega do computador Magalhães na escola.

O professor e a escola devem seguir os seguintes passos:

  1. Informar os encarregados de educação sobre o programa e.escolinha.
  2. Receber os documentos para adesão ao programa e.escolinha (ficha de inscrição e termo de responsabilidade) e facultá-los aos encarregados de educação.

TUDO O QUE DESEJA SABER SOBRE O MAGALHÃES:

Para Professores:

Para os Pais:

Ligações

Operadores

Outras ligações

A quem é dirigida a iniciativa e-escolinha?

São abrangidos por esta iniciativa todos os alunos matriculados no 1.º ciclo do ensino básico público e privado. (mais tarde, também estará disponível para os alunos dos 5º e 6º anos, como alternativa ao programa e-escola)

Que computador está disponível no âmbito desta iniciativa?

O computador portátil disponível é o Magalhães. É o primeiro computador com acesso à Internet montado em Portugal. É especialmente concebido a pensar nas crianças, mais resistente ao choque e a líquidos, mas que pode ser usado por toda a família. Vem equipado com conteúdos educativos especialmente seleccionados para os alunos do 1.º ciclo e permite o acesso à Internet na escola.

Quanto custa o computador portátil?

O custo depende das condições económicas das famílias, que se reflecte nos escalões da Acção Social Escolar (ASE) dos alunos:
– gratuito para os alunos do escalão A da ASE;
– 20 Euros para os alunos do escalão B da ASE;
– 50 Euros para os alunos não abrangidos pela ASE.

É obrigatória a adesão a serviços de acesso à Internet?
Não. A adesão a serviços de Internet é facultativa. No entanto, é importante garantir aos alunos o acesso à Internet em casa, que permitirá um maior aproveitamento das potencialidades pedagógicas e lúdicas do computador.

Inscrição

Quando é que estarão disponíveis os códigos para os alunos?
Os códigos de validação vão ser emitidos muito em breve. As escolas serão devidamente informadas pelo Ministério da Educação dos procedimentos a adoptar para aceder aos códigos. A emissão dos códigos será efectuada em duas fases por razões meramente técnicas, sendo a primeira dirigida ao ensino público e a segunda ao ensino privado. O Ministério da Educação tudo fará para encurtar os prazos entre estas duas fases.

Quando e como poderei efectuar a inscrição?
A inscrição ficará disponível muito em breve. Esteja atento ao sítio e-escolinha e às informações disponibilizadas pela escola.

Professores

Onde posso obter formação para utilização do Magalhães?
Todos os professores do 1.º ciclo vão receber formação para utilização do Magalhães em sala de aula, numa primeira fase, na sede agrupamento, em sessões organizadas pelo Coordenador TIC dos respectivos agrupamentos de escolas, numa segunda fase enquadrada pelo sistema de formação contínua de professores. Durante o mês de Setembro, os coordenadores TIC dos agrupamentos de escolas receberam formação neste âmbito em acções promovidas pelo Ministério da Educação em parceria com a Intel, Microsoft e Caixa Mágica.

Onde posso obter mais informações?
O sítio e-escolinha será permanentemente actualizado com todas as novidades relacionadas com a iniciativa e-escolinha. O Ministério da Educação fará chegar às escolas, através das vias de comunicação normais, informações sobre a iniciativa e-escolinha.

Alunos

O que posso fazer com o Magalhães?
Podes trabalhar e divertir-te. Podes preparar trabalhos para a escola, fazer postais de aniversário, pesquisar na Internet, construir histórias ilustradas, falar com família e amigos, ver e fazer vídeos, desenhar, jogar e aprender inglês, matemática e outras matérias.

Pais

Como posso ajudar o meu filho a utilizar o Magalhães?
É essencial que procure conhecer e acompanhar de perto a forma como os seus filhos se relacionam com o portátil. O acompanhamento dos seus filhos será mais eficaz se trabalhar e brincar com eles e com o Magalhães em ambiente familiar.

O que se pode fazer com o Magalhães?
O Magalhães vem já com alguns programas instalados. Alguns programas são adequados para as crianças trabalharem ou até brincarem em domínios relacionados com os currículos escolares. Outros programas permitem ainda desenvolver materiais, comunicar ou navegar na Internet. Em todos os computadores encontram-se instaladas ferramentas de segurança, que permitem aos pais acompanhar e orientar o uso dos portáteis pelos seus filhos (controlo parental).

Onde posso obter mais informações?
O sítio da Internet e-escolinha será permanentemente actualizado com todas as novidades relacionadas com a iniciativa e-escolinha. Pode também obter informações na escola do seu filho.

ME APRESENTA PROPOSTA DE ALTERAÇÃO AO REGIME DE CONCURSOS

De acordo com a proposta do Ministério da Educação entregue aos sindicatos, são alterados os artigos 1.º, 2º, 3º, 5º, 8º, 10º, 12º, 13º, 14º, 16º, 20º, 21º, 22º, 24º, 27º, 33º, 34º, 35º, 36º, 37º, 38º, 39º, 40º, 42º, 43º, 44º, 45º, 46º, 47º, 52º, 53º, 54º, 55º, 57º, 58.º, 60º, 65º, 67º e 68º do Decreto-Lei n.º 20/2006, de 31 de Janeiro, com as alterações que lhe foram introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 35/2007, de 15 de Fevereiro.

Ler aqui a proposta do ME>>