Primeira Liga – 10ª Jornada

Jogo Data Hora Resumo
Leixões 1 | 1 Naval 28/Nov 20:30
Belenenses 0 | 2 Marítimo 29/Nov 18:45
Trofense 2 | 0 Rio Ave 30/Nov 16:00 Concluídover ao minuto
P. Ferreira 1 | 0 E. Amadora 30/Nov 16:00 Concluídover ao minuto
Braga 1 | 0 Nacional 30/Nov 18:00
Sporting 2 | 0 V.Guimarães 30/Nov 20:15
Porto 2 | 1 Académica 01/Dez 18:15
Benfica 2 | 2 V.Setúbal 01/Dez 20:30

Actualizado em 01/12/2008 (22:30)

Classificação

Jg

V

E

D

GM

GS

Dif.

Pontos

1

Leixões

10

7

2

1

16

10

+6

23

2

Benfica

10

6

4

0

18

10

+8

22

3

Sporting

10

6

1

3

11

6

+5

19

4

Marítimo

10

5

3

2

13

5

+8

18

5

Porto

9

5

2

2

13

7

+6

17

6

Nacional

10

5

2

3

13

10

+3

17

7

Braga

10

4

4

2

11

5

+6

16

8

Naval

10

3

3

4

11

11

0

12

9

E. Amadora

9

3

2

4

5

10

-5

11

10

V. Setúbal

10

3

2

5

7

10

-3

11

11

V. Guimarães

10

2

4

4

7

11

-4

10

12

P. Ferreira

10

2

3

5

11

16

-5

9

13

Académica

10

2

3

5

5

10

-5

9

14

Trofense

10

2

1

7

8

15

-7

7

15

Rio Ave

10

1

4

5

6

11

-5

7

16

Belenenses

10

1

4

5

6

14

-8

7

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CRISE = CATÁSTROFE se for administrada apenas por países ricos

a703a9baea30f3ff6bf3f402bc5dfeadA Santa Sé advertiu que a crise financeira se converterá numa catástrofe se for administrada unicamente pelos países ricos. O aviso foi lançado pelo arcebispo Celestino Migliore, observador permanente na sede da ONU em Nova York, um dia antes do início da Conferência promovida pela Assembleia Geral das Nações Unidas em Doha, Qatar.

Ler mais>>

ANDAM A BRINCAR CONNOSCO

educacaoSegundo o DN, a Plataforma Sindical apresentará amanhã uma proposta de Avaliação do Desempenho dos Docentes. Mais adiante, Mário Nogueira, porta-voz da plataforma, afirma: “Embora ainda não haja um documento escrito e pormenorizado, a nossa proposta vai no sentido de cada professor elaborar um relatório de auto-avaliação a ser apresentado ao Conselho Pedagógico, que seria responsável por acompanhar o seu cumprimento.

Quer dizer:

Fase 1 – Cada professor apresenta um relatório de auto-avaliação

(se é auto-avaliação será para entregar no final do ano… certo?)

Fase 2 – O Conselho Pedagógio reúne para analisar os relatórios.

(o meu agrupamento tem, cerca de 140 professores… portanto… quantos horas… quantas reuniões são precisas para analisar relatórios de tantos professores… isto tudo no final do ano! Só se for no reino do “FAZ DE CONTA”)

Fase 3 – O Conselho Pedagógico acompanha o processo

(Acompanha o processo? Qual processo?… Onde está definido?… Quem o define?… Em que altura?… Mas o relatório é apresentado no final do ano!…. É em Julho que vai acompanhar o “processo”?…)

Meus senhores!… Não brinquem connosco!

Tudo genérico!… Tudo muito fixe!… Viva o nacional porreirismo!

Muda-se com “profundidade“… muda-se para pior!…. pior do que o modelo anterior a este!…

Isto é um logro!… É mais um passo na desacreditação dos sindicatos! Será que deixamos que o seja também dos professores?…

SIMPLIFICAÇÃO DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO

educacaoNa próxima sexta-feira vai ser discutido com a plataforma sindical a proposta de Decreto Regulamentar que complementa o processo de avaliação até ao final deste primeiro ciclo de avaliação, em Dezembro de 2009.

Para mais informações, consultar o Projecto do Decreto regulamentar da Avaliação Docente>>

Ler também a Informação sobre o modelo alterado da Avaliação>>

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O CONSELHO DE ESCOLAS REUNIU COM O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

pre_school(Fonte: Lusa e SIC-online)

O Ministério da Educação reuniu, ontem, com os membros do Conselho das Escolas para prestar esclarecimentos complementares e mais precisos sobre as alterações que pretende introduzir ao modelo de avaliação dos professores. Segundo a LUSA, Jorge Pedreira garantiu que, durante o encontro com este órgão consultivo do ministério que representa todos os conselhos executivos do País, “a questão da suspensão da avaliação não se levantou”.

“Estávamos ali para obter do Conselho sugestões para como fazer e não de como não fazer”, sublinhou, afirmando que os conselheiros sugeriram apenas alguns pequenos “aperfeiçoamentos técnicos” para desenvolver o processo.

O membro do Conselho das Escolas (CE) José Eduardo Lemos, presente na reunião, confirmou também que no encontro, onde estiveram a ministra da Educação e o secretário de Estado Jorge Pedreira, não foi levantada a questão da suspensão do modelo de avaliação.

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(Fonte: Mail enviado às escolas e reenviado pelo CE aos professores do meu agrupamento)

QUESTÕES MAIS RELEVANTES AÍ ABORDADAS:

  • O ME vai enviar informações precisas sobre as medidas, de aplicação imediata, para a implementação do modelo de avaliação;
  • As medidas visam:
  • garantir que os professores possam ser avaliados por avaliadores da mesma área disciplinar (é necessário alterar por Despacho as regras de delegação de competências);
  • não considerar os parâmetros referentes aos resultados escolares e à redução das taxas do abandono escolar;
  • promover a simplificação dos instrumentos de avaliação – instrumentos de registo e indicadores de medida-. (o Conselho Cientifico é ouvido neste processo mas, no entanto, admite-se já a possibilidade de agregar os sub-parâmetros da ficha de avaliação do ME);
  • dispensar, em caso de acordo, a realização de reuniões entre avaliador e avaliado. (os objectivos são apresentados exclusivamente ao Presidente do Conselho Executivo e serão tacitamente aceites se, num prazo de 10 dias úteis, o avaliador nada disser sobre eles);
  • tornar voluntária a avaliação da componente cientifico-pedagógica da responsabilidade do coordenador de departamento curricular ou de outros avaliadores sendo requisito necessário para os avaliados que desejem Excelente ou Muito Bom (os professores que optarem por esta opção serão apenas avaliados pelo Conselho Executivo);
  • Os professores que optem por serem avaliados na componente cientifico-pedagógica, terão um número mínimo de 2 aulas a observar;
  • clarificar por despacho o regime de avaliação dos avaliadores que passam a ser exclusivamente avaliados pelo Presidente do Conselho Executivo. (O Presidente é avaliado pelo Director Regional e os Vice-Presidentes pelo Presidente – SIADAP2);
  • alargar as acções de formação contínua consideradas na avaliação, ou seja acções acreditadas que não tenham sido utilizadas em anteriores avaliações ou pós-graduações, mestrados, doutoramentos que deve ser solicitada acreditação ao Conselho Cientifico de Formação Continua pelo avaliado ou mesmo formação interna que o presidente do conselho executivo possa decidir se será válida ou não;
  • melhorar as condições de trabalho para os avaliadores nomeadamente no pagamento de horas extraordinárias se for necessário, passando a ser 1 hora para cada 3 avaliados.
  • Despacho das quotas via ser alterado (alargar e clarificar a existência de quotas diferentes para os vários grupos: titulares; coordenadores de departamento; avaliadores; professores não titulares; contratados; comissão de coordenação da avaliação e vice-presidentes);

Conclusões essenciais:

  • o processo é para continuar;
  • o Presidente do Conselho Executivo deve cumprir a legislação uma vez que há um quadro legal e assim não é legitimo suspender;
  • o ME está disponível para responder aos problemas garantindo que o processo continue;
  • que é facultativo os avaliados introduzirem os seus objectivos na plataforma da DGRHE;
  • que os professores que não entregarem os objectivos têm como consequência a não progressão na carreira;
  • que poderá haver um 4º escalão a acrescentar ao topo da carreira, que beneficiarão os professores titulares que estão neste momento no último escalão da carreira, mas que para isso deverão ser avaliados;
  • que vai abrir com alguma rapidez o novo concurso para professor titular e a publicação das vagas.

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DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DE PROFESSORES

070604_porA presente publicação reúne as comunicações apresentadas na Conferência “Desenvolvimento Profissional de Professores para a Qualidade e para a Equidade da Aprendizagem ao longo da Vida“, realizada em Lisboa (27 e 28 de Setembro de 2007) no quadro das iniciativas da Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia.

Para ler e reflectir… em formato [pdf]

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A QUEM DÁ JEITO ESTE ENSINO?

profTranscrevo o artigo de opinião escrito por Paulo Ferreira no JN com o título acima.

Penso que faz uma análise correcta a toda esta triste situação a que nós chegámos.

1. O recuo ensaiado pelo Governo para sossegar os ânimos exaltados dos professores e dos sindicatos e federações que supostamente os representam não funcionou.

Mal a ministra da Educação acabou de assumir e explicar as debilidades encontradas no “modelo” de avaliação, apontando soluções para as ultrapassar, choveram críticas dos mesmos sindicatos e das federações. Para quem ainda tinha dúvidas, ficou tudo esclarecido: não há nenhum problema “técnico” com as avaliações. Há um problema político, que é o de agastar o Governo e afastar a ministra. Dê por onde der. Bem pode o engenheiro Sócrates convocar solenes conselhos de ministros para encontrar pontos de fuga. É tempo perdido: nada satisfará convenientemente os sindicatos e as federações. Tudo o que não inclua a “cabeça” da ministra saberá a pouco.

Há dias, numa mesa informal, dizia-me uma docente: os professores andam tristes e desgostosos como nunca. Não se pode ser insensível a este argumento, porque ele traduz a quase capitulação dos docentes quando colocados perante um “sistema” que lhes rouba o prazer e lhes acrescenta burocracia. Mas a verdade é que, se deixam colar-se em excesso à intransigência que apenas serve fins políticos sindicais – logo partidários -, é a sua própria imagem que começa a ficar em xeque.

É que desta trapalhada toda resulta uma coisa muito clara: se o Governo voltar à estaca zero, aceitando suspender o processo de avaliação, nas próximas décadas nada de fundamental mudará na Educação. Por uma muito simples razão: todos os governos pensarão meia dúzia de vezes antes de propor alterações, não vá calhar-lhes em sorte uma manifestação de 120 mil professores. Ora isso pode dar muito jeito aos sindicatos e federações, sobretudo os arregimentados ao PCP, mas não é líquido que dê assim tanto jeito a alunos e professores.

Um sistema de ensino anquilosado, preso por ténues fios a convicções de circunstância e a espúrios equilíbrios políticos e partidários é tudo o que o país não precisa. Que partidos mais à Esquerda, como PCP e Bloco de Esquerda, se estejam nas tintas para este facto não é de estranhar. Mas que o PSD, desde logo por saber que a “bomba” lhe pode cair nas mãos, também não ligue patavina a este facto já é revelador de uma certa irresponsabilidade.

2. E por falar em PSD… As bizarras declarações de Manuela Ferreira Leite sobre a impossibilidade de se fazerem reformas em democracia foram, a meu ver, o princípio do fim do seu (curto) reinado à frente do PSD. O verdadeiro drama do partido começa agora. Quem se chega à frente para a substituir? Haverá maneira de os vários grupos e grupinhos liderados por barões e concorrentes a barões se entenderem? Em nome de quê? Entregue a si próprio, o PSD é um perigo.

Primeira Liga – 9ª Jornada

logo Data Hora
Rio Ave 1 | 2
Leixões 21/Nov Concluídover ao minuto
Marítimo 0 |0
Braga 22/Nov Concluídover ao minuto
Naval 0 | 1 Sporting 22/Nov Concluídover ao minuto
Nacional 1 | 0
Trofense 23/Nov Concluídover ao minuto
V.Guimarães 0 | 0 P. Ferreira 23/Nov Concluídover ao minuto
Académica 0 | 2 Benfica 23/Nov Concluídover ao minuto
V.Setúbal 2 | 0 Belenenses 24/Nov Concluídover ao minuto
E. Amadora – | – Porto 17/Dez 20:30

Actualizado em 24/11/2008 (22:45)

Classificação

Jg

V

E

D

GM

GS

Dif.

Pontos

1

Leixões

9

7

1

1

15

9

+6

22

2

Benfica

9

6

3

0

16

8

+8

21

3

Nacional

9

5

2

2

13

9

+4

17

4

Sporting

9

5

1

3

9

6

+3

16

5

Marítimo

9

4

3

2

11

5

+6

15

6

Porto

8

4

2

2

11

6

+5

14

7

Braga

9

3

4

2

10

5

+5

13

8

Naval

9

3

2

4

10

10

0

11

9

E. Amadora

8

3

2

3

5

9

-4

11

10

V. Guimarães

9

2

4

3

7

9

-2

10

11

V. Setúbal

9

3

1

5

5

8

-3

10

12

Académica

9

2

3

4

4

8

-4

9

13

Rio Ave

9

1

4

4

6

9

-3

7

14

Belenenses

9

1

4

4

6

12

-6

7

15

P. Ferreira

9

1

3

5

10

16

-6

6

16

Trofense

9

1

1

7

6

15

-9

4

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ESTATUTO DO ALUNO – FALTAS

educacaopreviewA ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, esclareceu, através de um despacho, a aplicação do Estatuto do Aluno no que respeita às consequências das faltas justificadas, designadamente por doença ou outros motivos similares, depois de ouvida a Confederação Nacional das Associações de Pais.

1 – O despacho.

2 – Dossier Estatuto do aluno em http://www.min-edu.pt/np3/121.

  • das faltas justificadas, designadamente por doença, não pode decorrer a aplicação de qualquer medida disciplinar correctiva ou sancionatória;
  • A prova de recuperação (forma escrita ou oral, prática ou de entrevista), a aplicar na sequência de faltas justificadas, tem como objectivo exclusivamente diagnosticar as necessidade de apoio, tendo em vista a recuperação de eventual défice das aprendizagens, o que faz com que não possa ter a natureza de um exame;
  • da prova de recuperação realizada na sequência das três semanas de faltas justificadas não pode decorrer a retenção, exclusão ou qualquer outra penalização para o aluno, mas sim apenas medidas de apoio ao estudo e à recuperação das aprendizagens, sem prejuízo da restante avaliação.

PRIMEIRA LIGA – 8ª jornada

logo Data Hora
Trofense 0 | 2 Marítimo 14/Nov Concluídover ao minuto
Porto 2 | 0 V.Guimarães 15/Nov Concluídover ao minuto
Sporting 0 | 1 Leixões 15/Nov Concluídover ao minuto
Nacional 0 |0 Rio Ave 16/Nov Concluídover ao minuto
P. Ferreira 2 | 1 Naval 16/Nov Concluídover ao minuto
Benfica 1 | 0 E. Amadora 16/Nov Concluídover ao minuto
Braga 1 | 0 V.Setúbal 16/Nov Concluídover ao minuto
Belenenses 1 | 0 Académica 17/Nov Concluídover ao minuto

Actualizado em 17/11/2008 (23:30)

Classificação

Jg

V

E

D

GM

GS

Dif.

Pontos

1

Leixões

8

6

1

1

13

8

+5

19

2

Benfica

8

5

3

0

14

8

+6

18

3

Marítimo

8

4

2

2

11

5

+6

14

4

Porto

8

4

2

2

11

6

+5

14

5

Nacional

8

4

2

2

12

9

+3

14

6

Sporting

8

4

1

3

8

6

+2

13

7

Braga

8

3

3

2

10

5

+5

12

8

Naval

8

3

2

3

10

9

+1

11

9

E. Amadora

8

3

2

3

5

9

-4

11

10

Académica

8

2

3

3

4

6

-2

9

11

V. Guimarães

8

2

3

3

7

9

-2

9

12

Belenenses

8

1

4

3

6

10

-4

7

13

Rio Ave

8

1

4

3

5

7

-2

7

14

V. Setúbal

8

2

1

5

3

8

-5

7

15

P. Ferreira

8

1

2

5

10

16

-6

5

16

Trofense

8

1

1

6

6

14

-8

4

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