LIGA SAGRES – Jornada n.º 11

logo Data Hora Resumos
E. Amadora 1 | 3 Sporting 05/Dez – 20:30 –
Nacional 4 | 2 Belenenses 06/Dez – 18:00 –
Académica 2 | 1
P. Ferreira 06/Dez – 18:30 – Concluídover ao minuto
V.Setúbal 0 | 3 Porto 06/Dez – 20:30 –
Rio Ave 2 | 0 Naval 07/Dez – 16:00 – Concluídover ao minuto
Marítimo 0 | 6 Benfica 07/Dez – 19:15 –
V.Guimarães 1 | 0 Leixões 08/Dez – 17:30 –
Trofense 0 | 0 Braga 08/Dez – 19:45 –

Actualizado em 08/12/2008 (21:40)

Classificação

Jg

V

E

D

GM

GS

Dif.

Pontos

1

Benfica

11

7

4

0

24

10

+14

25

2

Leixões

11

7

2

2

16

11

+5

23

3

Sporting

11

7

1

3

14

7

+7

22

4

Porto

10

6

2

2

16

7

+9

20

5

Nacional

11

6

2

3

17

12

+5

20

6

Marítimo

11

5

3

3

13

11

+2

18

7

Braga

11

4

5

2

11

5

+6

17

8

V. Guimarães

11

3

4

4

8

11

-4

13

9

Académica

11

3

3

5

7

11

-4

12

10

Naval

11

3

3

5

11

13

-2

12

11

V. Setúbal

11

3

2

6

7

13

-6

11

12

E. Amadora

10

3

2

5

6

13

-7

11

13

Rio Ave

11

2

4

5

8

11

-3

10

14

P. Ferreira

11

2

3

6

12

18

-6

9

15

Trofense

11

2

2

7

8

15

-7

8

16

Belenenses

11

1

4

6

8

18

-10

7

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O JOGO DO GATO E DO RATO

ledialogueDepois de uma hipótese de luz ao fundo do túnel, volta a guerrilha verbal entre os que têm hipótese de aparecer na televisão (o Ministério e o Mário Nogueira da FENPROF).

Voltou o “diz que disse” e o “diz que não disse”… porquê? Porque para alguns o que mais importa, não é a defesa dos interesses dos professores, mas o arrastar deste processo de agitação social até às eleições legislativas, talvez até Outubro de 2009, mesmo que para isso se tenha que pôr em causa o ano lectivo e os interesses legítimos dos nossos alunos.

O pragmatismo determinaria aproveitar esta brecha negocial aberta pelo governo e começar a construir um novo modelo (aliás… o memorando de entendimento prevê isto mesmo).

Apresentar propostas e contrapropostas credíveis de modo a garantir uma alternativa séria ao actual modelo (o completo ou a versão simplex), garantir uma alternativa à actual operacionalização dos princípios que, acho eu, todos defendemos:

  • Uma forte componente da avaliação feita pelos pares;
  • A valorização do desempenho integral dos professores (a componente funcional/administrativa e a componente científico-pedagógica);
  • Uma avaliação com uma forte tónica formativa;
  • Uma avaliação em que a referência dos resultados escolares seja apenas o ponto de partida inicial dos alunos definida através da avaliação diagnóstico e devidamente fundamentada nos Projectos Curriculares de Turma.

O que é mais importante? É ser intransigente na defesa da suspensão ou a adopção de estratégias negociais que garantam a existência, no próximo ano lectivo, de um modelo mais consensual e mais justo?

Eu não me deixo nem nunca me deixarei arrastar pelo lamaçal feito propositadamente por alguns daqueles que dizem “defender os professores”.

Imagem in http://amtog.blogs.ie/