Pavilhao de Israel na Expo 2010

O Pavilhão de Israel na Expo 2010 Xangai, China – «Better City, Better Life» (Melhor cidade, Melhor qualidade de vida).

Relativamente ao Pavilhão de Portugal, sabe-se que  vai ter uma área de implantação de 2000 m2 com uma localização privilegiada na Praça Europa (uma área de 6.000m2, projectada para ser palco de espectáculos para cerca de 1.200 espectadores). As condições de acessibilidade ao espaço português em Xangai estão garantidas pela proximidade a uma estação de metropolitano e a uma das entradas no recinto.

A EXPO 2010 decorre de 1 de Maio a 31 de Outubro de 2010, ocupando uma área de 528 hectares ao longo das duas margens do rio Huangpu, onde são esperados 70 milhões de visitantes.

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AINDA OS PREMIADOS NO DUBAI

É sempre motivo de orgulho os bons exemplos e o sucesso dos nossos. Cito a notícia publicada no sítio da Ordem dos Arquitectos, Secção Regional Sul.

Os arquitectos Ana Lúcia da Cruz e Sérgio Garcês Marques venceram o 2º Prémio do Concurso Dubai 2A  Magazine International Competition 2009, na categoria B – Pequena-escala (micro-ethnic localities – small scale interventions), ex-aequo com os norte-americanos Lisa Sauvé e Adam Smith.

O concurso destinou-se a estudantes e jovens arquitectos e somou 550 participantes de 90 universidades de todo o mundo, incluindo 10 portuguesas. Tinha como objectivo “desenvolver novas perspectivas e propostas no Dubai, com enfoque na oportunidade de resolver alguns aspectos emergentes devido ao desenvolvimento crescente da cidade”, lê-se numa nota enviada pelos arquitectos portugueses.

De acordo com os autores do projecto premiado “o Dubai é um lugar urbano com uma imagem arquitectónica enraizada onde impera o ruído visual de cada novo edifício. A escolha da área de intervenção recaiu no Dubai Creek, um lugar com história que funciona como porto e mercado da cidade e que importava infraestruturar e qualificar”.

A proposta foi no sentido de “no caos urbano da massa construída  existente propomos um edifício que encontra a génese numa forma pura – o cubo – que se concentra e se expressa como um momento de silêncio e vazio no turbilhão quotidiano da cidade”.

O projecto prevê “um edifício que surge como um ponto de referência à escala da cidade, destacando-se dos demais edifícios pré-existentes que oscilam entre mega-estruturas exuberantes de modernidade e edifícios a pequena escala. Surgiu assim o conceito e o mote que funcionou como motor gerador de toda a proposta que se estendeu ao espaço público de uma grande praça e ainda a alguns braços sobre o rio, para apoio aos barcos caracteristicos do Dubai e, consequentemente, de apoio ao mercado que passará a funciona na área qualificada da praça”.

Em suma, “um centro multi-etnias que acolhe cada novo visitante como um velho amigo, dando lugar à criatividade e ao diálogo multicultural”.

Mais em:

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AVALIAÇÃO DOCENTE: recomendações

in http://carmodyconsulting.net/
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Os dois documentos que a Comissão Científica  da Avaliação do Desempenho dos Professores (CCAP) publicou há dias são bastante relevantes para este processo de aprovação/aplicação de um modelo de Avaliação do desempenho docente (este ou outro). É importante porque ajuda a clarificar alguns dos pontos mais polémicos e permite avançar para propostas mais consistentes e mais adequadas ao fim a que se destina.

Na minha opinião, as recomendações mais relevantes são:

  • O reforço efectivo da importância da avaliação da componente cientifico-pedagógica do trabalho docente (o mais importante da tarefa do professor é a actividade lectiva);
  • A importância fulcral da formação específica (supervisão pedagógica) de quem tiver de assumir as funções de avaliador;
  • As medidas que se venham a tomar no quadro da avaliação de desempenho docente, quer ao nível do sistema educativo quer ao nível de cada escola, sejam testadas e avaliadas antes da sua generalização de modo a garantir a sua qualidade, compreensão e apropriação;
  • A necessidade de inverter a tendência que se tem vindo a registar: a escolas esgotam-se nos meios/instrumentos, pondo em causa os fins da avaliação (melhorar o sistema, premiar o mérito e contribuir para a formação docente);
  • A existência de Departamentos com dimensão excessiva são factores que não facilitam a aplicação do modelo (deste modelo).

Perante o Relatório e as Recomendações do CCAP, no meu ponto de vista, torna-se mais claro que se deverá partir para uma nova etapa de diálogo: sem preconceitos nem corporativismos estéreis, reconhecendo a importância vital da avaliação do desempenho para a dignificação da profissão docente e reconhecendo que ela pode ser um factor de dinamização e de valorização da escola pública.

A escola pública e todos os professores exigem que se passe da confrontação para o diálogo franco e aberto. Sem reservas, sem jogos político-partidários. E isto é válido tanto para o ME como para os sindicatos. A escola precisa de ser pacificada. O tempo subsequente ao acto eleitoral de Setembro próximo será fundamental para a escola pública ultrapassar este episódio trágico, e ao mesmo tempo cómico, de confrontação.

Este modelo revelou-se excessivamente burocrático… mas a auto-avaliação não é solução.

O relatório da OCDE regista que os professores gastam/perdem muito tempo com a indisciplina. É preciso que também não passem a consumir o resto do seu tempo com a avaliação. A avaliação do desempenho deverá ser tão normal na actividade docente como o é o acto de leccionação. Para que isso aconteça, precisamos todos de ser racionais, assertivos e… principalmente, querer chegar a um modelo de avaliação sério que premeie o mérito, que seja gerador de práticas de formação docente em contexto escolar, que ajude a ultrapassar constrangimentos da escola pública e a melhorar os processos de ensino/aprendizagem.

  • RELATÓRIO sobre o acompanhamento e a monitorização da avaliação do desempenho docente na Rede de Escolas Associadas ao CCAP>> Relatorio_CCAP
  • RECOMENDAÇÕES 5/CCAP/2009 — Regime de Avaliação do Desempenho Docente: Contributos para a Tomada de Decisão>> Recomendações_5_CCAP

CONCURSOS 2009

CONTINENTE

Escolas Prioritárias

ContratadosOfertas de escola

MADEIRA:

AÇORES

ANGOLAListas Definitivas de ordenação e de exclusão

EFICÁCIA DOS PROFESSORES PREJUDICADA PELA FALTA DE INCENTIVOS E PELO MAU COMPORTAMENTO NA SALA DE AULA

43021736English cover 150Segundo um novo relatório da OCDE, elaborado com o apoio da Comissão Europeia, três em cada quatro professores sentem que não têm suficientes incentivos para melhorar a qualidade do seu ensino, ao passo que, três em cada cinco escolas alegam que o mau comportamento dos alunos na sala perturba o bom desenrolar da aula. O relatório assenta no novo inquérito internacional sobre ensino e aprendizagem (TALIS) e, pela primeira vez, apresenta dados comparáveis à escala internacional sobre as condições de trabalho dos professores nas escolas, baseados nas conclusões de um inquérito conduzido em 23 países participantes.

O relatório, intitulado «Creating effective teaching and learning environments» (Criar ambientes de ensino e aprendizagem eficazes), baseia-se nas conclusões do TALIS, e revela o seguinte:

  • Na Austrália, Bélgica (Flandres), Dinamarca, Irlanda e Noruega, mais de 90% de professores afirmam não esperar qualquer recompensa pelo facto de melhorarem a qualidade do seu ensino.
  • Os professores mostram-se menos pessimistas na Bulgária e na Polónia, ainda que cerca de metade deles não vejam incentivos para melhorar.
  • Na Estónia, Itália, República Eslovaca e Espanha, mais de 70% de professores do 3.º ciclo do ensino básico trabalham em escolas em que se refere que as perturbações de sala de aula prejudicam o processo de ensino «em certa medida» ou «bastante».
  • Em média, 38% dos professores inquiridos trabalhavam em escolas em que se faz sentir escassez de pessoal qualificado. Na Polónia, este problema afecta apenas 12% das escolas. Já na Turquia, essa escassez afecta 78 % das escolas.
  • Em média, os professores passam 13% do tempo de aula a mater a ordem. Na Bulgária, Estónia, Lituânia e Polónia, esse esforço representa menos de 10 % do tempo de aula.
  • Para além das perturbações na sala de aula, outros factores que prejudicam o ensino incluem o absentismo dos alunos (46%), a sua chegada tardia à aula (39%), o uso de linguagem vulgar e blasfema (37%) e a intimidação ou ofensas verbais contra outros estudantes (35%).
  • Conjuntamente com a falta de incentivos para melhorarem, nalguns países os professores nem sequer estão sujeitos a qualquer avaliação sistemática nem recebem qualquer forma de apreciação do seu trabalho. É o que acontece com mais de 25 % dos professores na Irlanda e em Portugal, 45 % em Espanha e 55 % na Itália.

A principal lição política é a de que as autoridades educativas têm de prever incentivos mais eficazes para os professores. Muitos países não estabelecem uma relação entre a apreciação do desempenho dos professores e as recompensas e o reconhecimento que estes recebem e, mesmo naqueles onde tal existe, essa relação não é frequentemente muito estreita.

De um modo geral, o inquérito indica que os planificadores da educação poderiam fazer mais para apoiar os professores e melhorar o desempenho dos estudantes, se o público e os decisores políticos olhassem menos para o controlo dos recursos e dos conteúdos educativos e mais para os resultados da aprendizagem.

In OCDE

CONTEXTO

TALIS é a designação do novo inquérito da OCDE: «inquérito internacional sobre ensino e aprendizagem». Trata-se do primeiro inquérito à escala internacional que se debruça sobre o ambiente de aprendizagem e as condições de trabalho dos professores nas escolas. Examina questões que afectam os professores e o seu desempenho, na perspectiva dos directores/presidentes e dos próprios professores. Procura-se deste modo suprir importantes lacunas de informação que se observam ao comparar os sistemas educativos a nível internacional.

O inquérito foi conduzido com o apoio da Comissão Europeia, e cobre 23 países participantes: Austrália, Áustria, Bélgica (comunidade flamenga), Brasil, Bulgária, Dinamarca, Estónia, Hungria, Islândia, Irlanda, Itália, Coreia, Lituânia, Malásia, Malta, México, Noruega, Polónia, Portugal, Eslováquia, Eslovénia, Espanha e Turquia.

Em cada país, foram seleccionadas aleatoriamente cerca de 200 escolas e, em cada uma delas, foram preenchidos dois questionários, um pelo director e outro por 20 professores escolhidos ao acaso.

As perguntas abordavam temas como a preparação dos professores, as práticas de ensino que adoptam e os regimes de reconhecimento e recompensas para os professores.

HOME

120X160_home_uk2An exceptional event for exceptional times

A exibição on-line do filme HOME ainda está disponível no YouTube.

Não percam esta oportunidade de o ver. HOME é um documentário realizado pelo fotógrafo e jornalista francês Yann Arthus-Bertrand, produzido por Luc Besson e Denis Carot. É um filme que nos convida a um outro olhar sobre o planeta terra, a reflectir sobre a nossa relação com o ambiente e as diferentes formas de vida na Terra.

A NÃO PERDER:

100 MILHÕES – VÍTIMAS DE TRABALHO INFANTIL

Dia_Mund-Trab_InfantilUm relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) publicado na passada Quarta-feira, indica que cerca de 100 milhões de meninas são vítimas do trabalho infantil no mundo.

De acordo com o documento intitulado «Dê uma oportunidade às meninas: combata o trabalho infantil», a crise financeira global deve agravar ainda mais a situação das crianças.

Ler mais in OIT

PEQUENOS GESTOS FAZEM A DIFERENÇA

2005.MainA ‘Casa Eficiente NGC by EDP’ é um inovador projecto ambiental do National Geographic Channel (NGC) que visa divulgar e promover a eficiência energética e outras medidas ecológicas que, passando da consciência à acção, podem transformar Portugal (e o Planeta Terra) num país mais sustentável.

É uma casa comum, com cerca de 100 m2 e tipologia T2 na qual os visitantes poderão conhecer, passo a passo, divisão a divisão (cozinha + sala + quarto de criança + casa de banho + quarto de adulto + espaço exterior com jardim), sugestões que ajudam a reduzir o orçamento de cada casa e a preservar o Planeta Terra, contribuindo para a redução da “Pegada Humana”.

No Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva até 5 de Julho de 2009. A entrada é gratuita e a Casa pode ser visitada de terça-feira a sexta-feira, entre as 10h00 e as 18h00, e aos fins-de-semana e feriados, entre as 11h00 e as 19h00.

Para saber mais>> National Geographic Channel