AS ESCOLAS E A GRIPE A(H1N1)

A Direcção-Geral de Saúde disponibiliza informações sobre a gripe A (H1N1), sazonal, aviária e ameaça de pandemia no Microsite da Gripe.

Recomendo a consulta do Cartaz  “Gripe A (H1N1) – Dois gestos de protecção“, do “Folheto Informativo“, bem como das informações disponibilizadas pela DGS para as Escolas:

OUTROS DOCUMENTOS que encontrei na net e que considero úteis para consulta:

Didaxis, Escola Cooperativa de Vale São Cosme:

Do Tempo Livre, Guimarães:

Da Escola Profissional de Murça:

Do Agrupamento D’Agrela e Vale do Leça:

Do Agrupamento Vertical de Escolas de Pedome:

Links recomendados:

GRIPE A (H1N1)

INFORMAÇÃO E RECOMENDAÇÕES PARA ESCOLAS E OUTROS ESTABELECIMENTOS DE EDUCAÇÃO

As escolas e outros estabelecimentos de ensino assumem um papel muito importante na prevenção de uma pandemia de gripe, pela possibilidade de contágio e rápida propagação da doença entre os seus alunos e profissionais.

As escolas deverão, assim, estar preparadas para a adopção de medidas adequadas de prevenção e contenção desta doença, em estreita articulação com os pais ou encarregados de educação e as Autoridades de Saúde locais.

Conhecer as manifestações da doença, bem como as suas formas de transmissão, constitui a melhor forma de, sem alarmismos, adoptar as medidas de prevenção mais adequadas.

Ler mais:

A VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS (A VIOLÊNCIA DAS ESCOLAS)

ComportamentoDe uma forma quase aflitiva tenho vindo a assistir a um empolamento cada vez maior em torno de um tema de deve merecer de todos nós (professores, pais e responsáveis políticos) a melhor atenção e reflexão.

O debate sobre este tema deve ser aprofundado. Mas só será benéfico para a educação e para a vida nas escolas quando deixar de estar inquinado por todos estes interesses (explícitos e implícitos) mediáticos, políticos, sindicais, partidários, pessoais, etc…

De facto, o debate sobre a violência nas escolas deve levar todos os membros da comunidade educativa (pais, professores, alunos, …) a repensar o seu papel na construção de uma escola inclusiva e de qualidade. Por isso, a escola não pode ser pensada como refém de um ambiente social hostil e de outras instituições violentas, ou até de interesses, quer sejam de professores, de pais, ou de qualquer outra ordem.

É um debate que deve ser feito com abertura. Se lá acontecem situações perigosas, é porque elas são, em alguma medida, potenciadas pelas relações com pouca qualidade lá existentes; ou porque as turmas não são bem constituídas, ou porque os professores não conseguem exercer a sua autoridade; ou porque os pais são ausentes, ou não sabem impor limites; …. e também não podemos esquecer que as principais vítimas de violência escolar são os próprios alunos porque estes atitudes e comportamentos os afectam negativamente no seu processo de crescimento…

Deixo-vos alguns subsídios que, na minha opinião, poderão contribuir para esta reflexão que cada um de nós deve fazer.

  1. A violência na escola: como os sociólogos franceses abordam essa questão, de Charlot, Bernard (2002)
  2. DEZ NOVAS COMPETÊNCIAS PARA ENSINAR, de Perrenoud, Philippe (2000)
  3. Dez novas competências para uma nova profissão, de Perrenoud, Philippe (2001)
  4. EXPERIÊNCIA E COMPETÊNCIA NO ENSINO: PISTAS DE REFLEXÕES SOBRE A NATUREZA DO SABER-ENSINAR NA PERSPECTIVA DA ERGONOMIA DO TRABALHO DOCENTE, de J Therrien e FA Loiola (2001)
  5. É preciso dizer não! (Entrevista com Tania Zagury publicada na revista Nova Escola, em Março de 2000)